Proteção jurídica em Direito de Família e Violência Doméstica. Segurança e sigilo absoluto para retomar o controle da sua vida.
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Entendo que questões de família não são apenas processos judiciais, mas momentos de vida delicados que exigem um olhar atento e protetivo.
Minha missão é garantir que nenhuma mulher se sinta desamparada pelo sistema. Atuo com foco na Lei Maria da Penha, Divórcios Complexos e Guarda Protetiva.
Sua história e seus dados são tratados com a máxima confidencialidade e segurança jurídica em todas as etapas.
Um ambiente seguro e humanizado para que você se sinta ouvida e respeitada em suas decisões.
Especialização profunda em Direito de Família com foco exclusivo na proteção dos direitos da mulher.
Medidas protetivas de urgência e acompanhamento em delegacias especializadas (DEAM).
Proteção patrimonial e dissolução de união estável, garantindo seus direitos reais.
Pensão alimentícia e guarda compartilhada ou unilateral focada no bem-estar dos filhos.
Atendimento online em todos os estados brasileiros.
Consulta, documentação e acompanhamento pelo celular.
Você resolve tudo de onde estiver, com segurança e praticidade.
Entenda a Lei 14.188/21 e como ela protege mulheres contra danos emocionais e controle excessivo.
Saiba mais →Conheça as medidas legais para execução de alimentos e como garantir o sustento dos seus filhos.
Saiba mais →"Me senti acolhida desde o primeiro momento. A Dra. não foi apenas minha advogada, mas um porto seguro em um momento de extrema vulnerabilidade."
"Excelente profissional. Conseguiu minha medida protetiva em tempo recorde e sempre me manteve informada sobre cada passo do processo."
"Graças à sua atuação estratégica, consegui garantir uma pensão justa para meus filhos. Recomendo para qualquer mulher que precise de justiça."
Diferente do que muitos pensam, não existe um valor fixo de 30%. O juiz analisa o binômio necessidade (quanto a criança precisa) e possibilidade (quanto o pai/mãe pode pagar), buscando um equilíbrio justo.
Não. A condição financeira, por si só, não é motivo para perda de guarda. O que o judiciário prioriza é o bem-estar emocional e a rotina da criança. Se a mãe oferece um ambiente saudável, o pai deve contribuir financeiramente via pensão.
É a regra no Brasil. Nela, pai e mãe dividem as decisões sobre a vida da criança (escola, médico, viagens). Isso não significa necessariamente que a criança fica "metade do tempo em cada casa", mas sim que a responsabilidade decisória é mútua.
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